S A L G A D A T I O N Três em um. 2008-10-06T14:35:31Z Copyright 2008 WordPress suka <![CDATA[Think about it…]]> http://salgadation.com/blog/2008/10/06/think-about-it/ 2008-10-06T14:35:31Z 2008-10-06T14:35:31Z Post It Why is it, that we are willing to write our own vows, but not our own rules?

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salgadation <![CDATA[“Este mundo era o vosso”]]> http://salgadation.com/blog/2008/09/18/este-mundo-era-o-vosso/ 2008-09-18T10:53:30Z 2008-09-18T10:53:30Z Stuff Obrigado Zé pela nota…

o artigo do Rui Ramos é realmente interessante.

Público 17.09.2008, Rui Ramos

E se este mundo, desigual e inviável, tivesse sido o melhor mundo possível para a maioria de nós?

Entre o momento em que escrevo e aquele em que o leitor vai poder ler o que escrevi terão passado talvez vinte e quatro horas. Nos últimos meses, vinte e quatro horas têm sido muito tempo. O que terá entretanto acontecido, no instante em que o leitor chegar a esta frase? Haverá outro banco americano por terra, com todos os índices bolsistas à procura da parte de baixo dos gráficos? Terá Putin recuperado mais uma antiga colónia russa? Estará a Bolívia já “libertada” daquela parte do povo que não é “povo”, porque não partilha as opiniões do Presidente?
Desde há meses que muita gente tem vindo a ler nas entranhas deste noticiário os sinais apocalípticos do fim de um mundo - aquele em que temos
vivido. E, se esse for o caso, talvez seja o momento de lhe dedicarmos alguma reflexão - de acordo com o velho princípio de que a lucidez sobre as
coisas só nos chega ao crepúsculo. Juram-nos que, quando acabar, este mundo não há-de merecer uma lágrima ou um suspiro. Porque era um mundo em que os ricos eram cada vez mais ricos, e os pobres cada vez mais pobres, ou porque andava à mercê da irresponsabilidade e ganância de uns quantos empreendedores sem freio. A desgraça do que existe há-de assim levar-nos em direcção à justiça e à administração iluminada das coisas.
Talvez convenha examinar de perto os termos em que esta aspirina sábia nos tem sido ministrada. Que fizeram os gananciosos? Basicamente, admitir à festa mais gente do que, segundo parece, aconselhava a prudência. Para ganhar dinheiro, claro, e não por altruísmo - e é por isso que muitos, para quem o motivo do lucro é um crime em si, se recusam a reconhecer o que tudo isto, no fundo, foi: uma democratização insustentável da riqueza. Donde veio o famoso “subprime”, a não ser dos mecanismos inventados para fazer chegar crédito àqueles a quem um banqueiro à antiga nunca teria dado uma hipoteca ou um cartão? Os poderes públicos ajudaram, com políticas monetárias generosas (sobretudo na América).
A ganância não ficou por aqui. Os irresponsáveis transferiram os empregos que a maioria de nós já não queria para outras partes do mundo, onde foi possível manter baixos os preços do que nos apetece comprar. Assim, e contando com o Estado social para as demais necessidades, pudemos consumir roupa, electrodomésticos, férias e empréstimos sem pensar demasiado nos custos. As redes de balcões de crédito, os novos bairros, os centros comerciais, com os seus hipermercados e agências de viagem, eram só para os “ricos”?
Caro leitor: se a proverbial hipocrisia de Baudelaire o não cegou completamente, sabe muito bem que não. Havia pobres? Havia, e não vou discutir se eram ou não “relativos”. Mas sem os gananciosos vai deixar de haver pobreza?

Admitamos que tudo foi loucura. Como voltar aos eixos? O mercado, explicam-nos, não se corrige si próprio. Cabe aos funcionários públicos corrigi-lo. Eis uma ideia curiosa. Porque é precisamente o contrário que vemos: o mercado está a corrigir-se (daí os colapsos bancários), e a
intervenção do Estado (do género a que o Tesouro americano finalmente se escusou no caso do Lehman Brothers) é desejada ou exigida precisamente para evitar essa correcção. A fim de poupar os “ricos”? Não: a fim de poupar os “pobres” que se habituaram a viver acima das suas possibilidades. Ou seja, espera-se que o Estado use o seu poder para conservar e garantir os resultados da irresponsabilidade e da ganância. Não discuto as boas intenções: ninguém quer casas abandonadas e centros comerciais fechados. Mas não nos enganemos sobre o que andamos a pedir: trata-se de substituir a bolha do mercado pela bolha do Estado. Já não é a primeira vez que, no Ocidente, nos encontramos neste ponto. Há uns 30 anos, o Estado foi chamado para salvar um outro mundo, o das indústrias do pós-guerra, comprometidas pelo preço do petróleo e por salários irrealistas. Em Portugal, o Estado acorreu ao fogo com tanto entusiasmo, que ficou a queimar-se durante anos, com as tais indústrias ao colo. O estouro da bolha do Estado chamou-se “inflação” (o “subprime” dos burocratas). E ela já está aí outra vez, com o seu alfinete sem graça.

A religião do progresso, a última encarnação da mentalidade beata, ensina-nos que o mundo de hoje nunca pode ser justo ou próspero por
comparação com o de amanhã. E se não for necessariamente assim? E se este mundo, desigual e inviável, tivesse sido o melhor mundo possível para a maioria de nós? Não, caro leitor, este mundo não era o “deles”, era o nosso, era o seu.
Não pergunte por quem os sinos dobram.

Historiador

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suka <![CDATA[Back…]]> http://salgadation.com/blog/2008/09/08/back/ 2008-09-08T09:30:03Z 2008-09-08T09:30:03Z Post It …from summer vacations! :-)

Um resumo muito breve do que estas duas semanas incluíram:

* Uma pausa pelo Alentejo: Odeceixe, Zambujeira, Arrifana.

* Surf, raquetes de praia, muitos mergulhos e sol, muito sol.

* Camping! :-D

* Preparar a mudança de casa.

* Muitos, muitos, muitos caixotes, caixas, embalagens e fita adesiva.

* Uma casa nova fantástica!

* Nova morada: Campolide, Lisboa. Sou alfacinha agora, desde o dia 01 de Setembro e ADORO! :-D

Em breve, falarei mais sobre a nova casa e esta experiência de viver em Lisboa.

Por agora, back to work! :-)

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salgadation <![CDATA[Berardo]]> http://salgadation.com/blog/2008/08/25/berardo/ 2008-08-25T18:50:01Z 2008-08-25T18:50:01Z See Enquanto a entrada é livre…
… vale a pena ir às prestações. Devagar.

berardo.bmp

Mais.

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suka <![CDATA[Clã…]]> http://salgadation.com/blog/2008/08/08/cla/ 2008-08-08T14:37:50Z 2008-08-08T14:37:50Z Post It Estava eu no outro dia parada num semáforo no Largo do Rato, quando reparei numa família no passeio:pai, mãe, filho mais velho, filho do meio e filha mais nova.

Não eram portugueses e os filhos não deviam ter mais do que 8, 6 e 4 anos, respectivamente.

E de repente, os miúdos começaram a brincar e a rir às gargalhadas enquanto os pais decidiam, de mapa na mão, o que iam visitar de seguida.

A brincadeira deles era simples, numa espécie de toca-e-foge, mas as gargalhadas e a alegria eram contagiantes…

Que saudades! ❤

ClaMiudos.jpg
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salgadation <![CDATA[Faz 1 ano]]> http://salgadation.com/blog/2008/06/30/faz-1-ano/ 2008-06-30T09:41:07Z 2008-06-30T09:41:07Z In Casamento

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salgadation <![CDATA[Suka]]> http://salgadation.com/blog/2008/06/21/suka/ 2008-06-21T11:58:26Z 2008-06-21T11:58:26Z In Hoje é a tua vez. Parabéns!!

suka

… ui ui ui os 30! Já tiveram mais longe! ;-)

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salgadation <![CDATA[Há um ano…]]> http://salgadation.com/blog/2008/06/17/ha-um-ano/ 2008-06-17T08:26:27Z 2008-06-17T08:26:27Z Stuff Estávamos aqui…

FormenteraFormentera
FormenteraFormentera

Ver mais fotos.

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suka <![CDATA[Museu do Oriente]]> http://salgadation.com/blog/2008/06/09/museu-do-oriente/ 2008-06-09T10:51:55Z 2008-06-09T10:51:55Z See Já visitei o mais novo museu de Lisboa: Museu da Fundação Oriente.

Gostei bastante, especialmente a zona das Máscaras da Ásia e dos Deuses. :-)

museu_oriente.gif

A visitar! :-)

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suka <![CDATA[Sex…]]> http://salgadation.com/blog/2008/06/05/sex/ 2008-06-05T11:33:06Z 2008-06-05T11:33:06Z See … and the City!

Em que pensaram… hein? ;-)

Sim, é hoje a estreia nacional do filme Sex and the City. E eu vou lá estar com a malta fã desta série!

sexcitymovie.jpg

E para quem está a pensar “eh pá, isso já deu o que tinha a dar. Já não presta para nada!”, a resposta é uma fala da Miranda num dos episódios da Season 6:

I like it. It’s my thing. Let it go.:-D

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